Desde o ano passado, um novo produto passou a ser muito comentado no Brasil quando o assunto é dieta. É o óleo de coco cujo consumo se transformou em verdadeira febre nos Estados Unidos por ser considerado um eficiente auxiliar na queima de gorduras. Pesquisa realizada na Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, constatou que o líquido extraído do fruto do coqueiro pode dobrar o número de quilos perdidos durante uma dieta.
Durante o estudo, o óleo de coco foi adicionado aos pratos de comida das principais refeições dos participantes e eles acabaram emagrecendo bem mais do que o esperado pelos próprios pesquisadores, principalmente na barriga que teve uma redução sete vezes maior do que em uma dieta comum.
Para a nutricionista Bruna Murta, o óleo de coco pode ser usado no preparo da comida, no lugar do óleo tradicional, porque é composto de gordura saturada que se mantém estável mesmo quando submetida a altas temperaturas. Ela explica que os óleos vegetais poli-insaturados, como o de soja, milho, girassol e canola, sofrem alterações durante o aquecimento, o que faz com que apresentem níveis de gordura trans no final do cozimento.
Para que produza efeitos, as pessoas devem consumir de três a quatro colheres de sopa por dia de óleo de coco. Pode misturá-lo com sucos e vitaminas ou derramado sobre a salada durante as refeições. Há quem prefira tomar puro na colher ou usá-lo como substituto de manteiga e margarina.
Bruna revela que, comparado ao azeite de oliva extravirgem, também considerado excelente para a saúde, o óleo de coco provou ser mais eficiente para quem pretende emagrecer. Isso acontece porque o azeite de oliva é composto por moléculas de cadeia longa enquanto o óleo de coco tem alto teor de triglicerídeos de cadeia média (TCM), o que torna a digestão de cada um diferente.
A nutricionista explica que a grande vantagem do óleo de coco é que ele é facilmente absorvido e transformado em energia no fígado, não se acumulando como gordura, ao contrário dos outros tipos de óleo. E pode até funcionar para pessoas diabéticas ou com problemas de tireóide, desde que seja recomendado pelos médicos.
Agência Unipress Internacional
